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Pacientes no WhatsApp: gerir as marcações sem partilhar dados que não são precisos

Os pacientes escrevem no WhatsApp porque é o canal que usam com toda a gente. Para uma clínica é uma vantagem enorme: nenhuma aplicação para descarregar, nenhum portal para explicar. Mas quando a conversa toca na saúde, convém ter uma regra simples: na conversa partilha-se a marcação, não o historial clínico.

O ponto não é a ferramenta, é o que lá escreve

Marcar, remarcar ou desmarcar uma sessão pelo WhatsApp não exige detalhes clínicos. Bastam um nome, um serviço, um dia e uma hora. O problema nasce quando a conversa se torna o recipiente de tudo: sintomas, relatórios, fotografias, perguntas clínicas. Informação que não serve para fixar o horário e que, uma vez escrita, fica lá.

A boa prática é separar os planos: a conversa trata da organização, o resto resolve-se na clínica. É uma protecção para o paciente e uma simplificação para si: menos dados sensíveis a circular, menos riscos para gerir.

Porque também conta o "como responde"

Há ainda um segundo aspecto, menos visível: quem responde às mensagens e a partir de onde. Se os pedidos dos seus pacientes passam por ferramentas que usam IA genéricas, essas conversas podem acabar em sistemas fora do seu controlo, talvez fora da Europa.

É uma pergunta a fazer a qualquer fornecedor: onde são processadas as mensagens dos meus pacientes?

Como a Wably está pensada

A Wably nasceu para gerir a agenda, não os processos clínicos: trata apenas de marcações e informação de serviço, a necessária para fixar a consulta. A infra-estrutura está inteiramente na Europa, os dados são cifrados e isolados por cada negócio, e as conversas não são usadas para treinar IA públicas. Encontra os detalhes na página segurança, privacidade e RGPD e em como tratamos os seus dados.

Este artigo não é aconselhamento jurídico: é o bom senso operacional com que desenhámos o produto. A conversa faz o que a conversa faz bem, as marcações, e o resto fica onde deve estar.

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