WhatsApp e RGPD com pacientes: marcar na conversa sem improvisar
O WhatsApp é cómodo. Os pacientes já o usam. Os consultórios recebem-no todos os dias.
Mas quando se fala de marcações, privacidade e RGPD, a comodidade não chega. É preciso uma forma ordenada de gerir a informação, evitando conversas desnecessariamente sensíveis e processos deixados ao acaso.
Este artigo não é aconselhamento jurídico. É um ponto de partida prático para perceber o que fazer melhor.